Mas eu me mordo de ciúme

Mas eu me mordo de ciúme

Texto de minha autoria originalmente postado no Blog Prisma (25/07/19) na coluna de Reflexões

Algo que me intriga bastante são os relacionamentos amorosos permeados por uma dose de ciúme. Fico intrigada por ser uma coisa que não consigo sentir, mas também pelo fato de que não vejo o porquê disso estar presente entre pessoas que supostamente se amam.

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Como é viver em um casamento descomplicado

Como é viver em um casamento descomplicado

Texto de minha autoria originalmente postado na Gazeta Míope (08/03/17) na coluna de Comportamento.

 

Não é de hoje que observo que tenho um relacionamento um bocado diferente dos de outros casais. Para quem não sabe, sou casada com o Marcos Marciano que também escreve aqui para a Gazeta. É claro que nós já nos desentendemos e brigamos muito no passado, mas usamos o tempo e as experiências que ele nos trouxe para aprender a conviver melhor, respeitando a liberdade, as capacidades, as vontades e os limites do outro. Resolvi compartilhar com vocês algumas observações que eu, às vezes o Marcos, fazemos sobre viver em casal.

A primeira coisa: você não é obrigado!

Às vezes Sempre escuto relatos de como é a vida de outros casais

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Transformação social pode começar pelos brinquedos

Transformação social pode começar pelos brinquedos

Quando vi essa diferenciação no Kinder Ovo entre meninas e meninos, fiquei chocada. A sensação foi a de que eu fiz uma viagem no tempo forçada, indesejada, rumo à década de 1950. É como se eu tivesse entrado, contra minha vontade, na Retro-Machine da qual Aline Valek falou (aqui). 

Essa dicotomia entre o que é para meninas e o que é para meninos me incomoda muito. Os efeitos de uma sociedade machista fazem com que diariamente mulheres sejam estupradas e assassinadas. Nós geralmente ganhamos menos do que os homens para exercer a mesma função, ocupamos uma porcentagem bem menor de cargos de alta gerência e direção, temos jornada dupla (até tripla!), somos colocadas como seres subservientes, desvalorizadas pela nossa capacidade de pensar e valorizadas pelo corpo (isso se o corpo atinge o ideal de beleza). Ou melhor, temos o corpo valorizado, não a nossa pessoa. Apenas para efeito de contextualização, veja abaixo quadro da Fundação Perseu Abramo (2001) [referência completa ao final da matéria] sobre algumas formas de violência contra a mulher no Brasil (esses dados são bastante difíceis de serem coletados, já que muitas mulheres não fazem denúncias porque têm medo, moram com o agressor, não sabem o que fazer da vida, temem pelos filhos, etc.):

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